sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Até o cheiro do meu sexo
lembra-me de como invadia minha alma
Ao seu lado nunca me senti humana
Era uma força o teu membro
enrijecido sobre minha psiquê...
Desossava a ponte dos meu eus.
Sangrei, mas esse sangue era amorfo, estranho,
insípido, cada passo que sinto dar
não me leva a lugar algum...

uau!essa poesia é muito antiga...foi de uma paixão que me matou!
mas agora é uma das minha favoritas...a paixão não é o meu favorito,mas não me arrependo...
foi linda e tortuosa, mas enfim...passou...

Um comentário:

Priscila disse...

é por isso que não me lavo após o sexo. gosto de sentir o cheiro da carne já amortecida em minha pele.
bjus priscilareis.zip.net

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